Obras

Autora dos livros:

* Anunnakis, os Deuses Astronautas - Editora Madras
* A Conspiração Anunnaki - Editora De Geneve
* Ouro de Ofir - Alquimia do Antigo Egito - Editora De Geneve
* Efeito Exillis - O Segredo das Sociedades Secretas
* Mito - Livro de Poesias
* Operação Rhesus - Em busca do Elo Perdido ( Recém lançado. Maio 17)
* 2162 - O Código Secreto de Hitler (novel - LANÇAMENTO EM JUNHO 17)

domingo, 7 de maio de 2017

OS NIBELUNGOS





O homem ( Homo sapiens) não é a única espécie do Gênero Homo que habita a Terra. Existem várias espécies humanas que dividem o globo terrestre com o homem: Homo kumâras, Homo apkallus ( seres humanos aquáticos), Homo saboye, Homo pisâchas, Homo capensis e outros. A existência d
esses seres humanos tem sido continuamente constatada através da arqueologia. Porém, a comunidade científica os classifica de acordo com a ultrapassada e  incoerente escala de evolução de Charles Darwin.

Brien Foster

Charles Darwin foi um naturalista britânico ( 1809-1882) que defendeu a Teoria da Evolução, afirmando que o homem é o resultado da evolução de todos os hominídeos. E que, os hominídeos, cujos crânios têm sido encontrados ao longo dos anos se extinguiram. Mentira! O homem não é o ápice da evolução humana e as outras espécies humanas não se extinguiram! Elas apenas mudaram o seu habitat e deixaram para o homem a superfície terrestre, a parte mais perigosa e sujeita aos intempéries da natureza. 
Por isso, a comunidade científica encontra-se em um cenário confuso. Todas as vezes que são encontrados fósseis de um novo primo da raça humana, a ciência quer enquadrá-lo no álbum de evolução da família humana. Todavia, existem crânios em formatos e tamanhos diferentes, cuja datação de Carbono acusa apenas 1500 anos. Esse tempo indica que: esses hominídeos viveram lado a lado com o homem. 
Como a ciência tem a ousadia de afirmar que todos esses hominídeos evoluíram para o homem?

E se os ETs de Varginha e do Caso Roswell não tiverem sido criaturas extraterrestres, mas hominídeos intraterrestres?

Dessa forma, os Ets do Caso Varginha e Roswell podem ter sido seres humanos que moravam em camadas subterrâneas da Terra e que vieram para a superfície. Por possuírem um tipo de tecnologia avançada, eles podem sobrevoar o nosso espaço aéreo com aeronaves, tendo o infortúnio de sofrerem acidentes ou serem flagrados pelos homens como ocorreu no Caso Roswell e Caso Varginha.
Assim, as aeronaves que sobrevoam nosso céu podem ser conduzidas por criaturas que habitam as profundezas da Terra e possuem bases aéreas em locais de difícil acesso ao homem. A história está repleta de casos de visualizações de aeronaves saindo de rios, lagos e oceanos. E com o avanço de nossos satélites e Google Earth, começam a serem identificadas construções submersas e subterrâneas, bases de aeronaves na profundidade da Terra, rios e oceanos.  Estruturas estranhas têm sido descobertas em várias regiões da Terra, provocando as mais variadas especulações. Essas estruturas constatam que a Terra não é simplesmente frequentada por seres estranhos, mas constitui a moradia permanente de várias espécies que são chamadas erroneamente como seres extraterrestres. Satélites têm deflagados estruturas em diferentes locais como no deserto de Gobi, na China.
O Instituto SETI ( Busca por Vida Inteligente)  começa a propor que precisamos nos preparar para diferentes padrões biológicos de formas de vida, totalmente diferentes dos nossos. Isso consiste em abrir a mente para além de uma perspectiva geocêntrica, numa probabilidade de existência que foge totalmente da nossa imaginação. Entretanto, eu vou além, alerto para a necessidade de nos preparar para uma grande descoberta no que se refere aos hominídeos que foram considerados extintos pela Teoria da Evolução. Eles não foram extintos coisa nenhuma! No decorrer dos séculos, eles formaram civilizações que se adaptaram a viver em locais com menos riscos de extinção.


PS: O fato é que, a ciência retrógrada ainda está em nossas mãos e estamos rodando em círculos, apegados a teoria ultrapassada de Darwin. Toda vez que surge uma ossada diferente, a ciência contemporânea corre para enquadrar o primata na família do homem. A maior parte dos hominídeos foge totalmente do quadro da Teoria Evolucionista Darwiniana, quando há comparação de ossadas, informações morfológicas e outros. Não há nenhum indício que o Homo sapiens é melhor do ponto de vista genético comparado às amostras genéticas de ossadas dos primatas encontradas. Contrariando a teoria da Evolução, o homem não é fruto do melhoramento dessas raças. Ele é apenas o resultado de uma série de acertos ou erros de um sequenciamento de nucleotídeos. Assim como resultou na espécie humana Homo sapiens, também teve outros resultados. Porém, ninguém ousa desafiar Darwin. Nenhum precursor do homem se transformou no homem. O homem nunca foi o macaco. É mais fácil acreditar na Teoria da Evolução do que explicar onde foram parar todas as outras subespécies humanas, pois TUDO iria mudar no campo da ciência e da religião. 
Cranio de Andover

O Hominidae e todas as espécies do gênero Homo e Australoptithecus pertencem ao Reino Animalia, Filo Chordata, Classe Mammalia, Ordem Primates, Família Hominidae, Gênero Homo. Eles constituem as mais variadas famílias. Apesar de serem hominídeos, eles são bem diferentes do homem, possuindo capacidades cognitivas e aspectos fisiológicos adequados ao meio que eles vivem. A diferença fundamental entre as espécies humanas, está no tamanho e formato do crânio, que coloca as espécies humanas em disposições diferentes em relação à linha de aprisionamento da grade eletromagnética da Terra.

Além da capacidade intelectual, eles podem se diferenciar de nós em aspectos de adaptação ao seu habitat. Se eles não estão expostos aos raios de Sol, eles podem ser revestidos de mucosa brilhante ao invés de pele, ausência ou presença de pelos. Podem ter olhos que se tornam avermelhados à presença de luz e diferenças anatômicas assustadoras. Além de que, a estrutura da ossada craniana se diferenciam em suas placas, forâmens devido à adaptação à força da gravidade. 

Mão com 3 dedos encontrada recentemente no Peru.
Os crânios das diferentes espécies humanas se diferem através dos seus formatos e tamanhos, pois é através das diferenças do crânio que é feita a matemática do cérebro, tendo como peça chave a glândula pineal. A posição em que se encontra a glândula pineal na massa encefálica dita a intensidade do aprisionamento da sua alma. Todos os locais do cérebro estão emparelhados, com homólogos à esquerda e à direita, lobos frontais direito e esquerdo, lobos temporais direito e esquerdo. Todavia, a glândula pineal é o único orgão que não está empareado, ela está sozinha. O traçado geométrico dela em relação ao formato e tamanho do crânio, ao trajeto do líquido cefalorradiquidiano e as linhas de Ley da Terra. Essa junção glândula pineal e Terra é tão forte que dá a ela as funções de controle do tempo, como o controle do ciclo do sono e de vigilia através da produção de melatonina, que é estimulada pela escuridão e inibida pela luz. Imagine uma torre com uma antena, a glândula pineal funciona como a antena do Sistema Nervoso Central, que nada mais é do que a central elétrica dirigente do corpo, convertendo ondas eletromagnéticas da Terra em estímulos neuroquímicos. 
As espécies humanas que habitam a Terra são classificadas em Homo sapiens (homens), Homo pisâches, Homo apkallus, Homo kumâras, Homo saboye e outros.

Apenas como exemplo, o Homo saboye consiste em uma espécie humana de alta evolução espiritual e tecnológica. Eles existem em duas dimensões distintas, terceira e quarta dimensão. Possuem os crânios pouco alongados com protuberância na região superior occiptal do cérebro. Especula-se que o primeiro imperado da China, Qin Shi Huang (260 a.C – 210 a.C) foi um Homo saboye que teve a missão de unificar a China. Por coincidência, os crânios do exército chines de Terracota, liderado pelo primeiro imperador da China, Qin Shi Huang, possuía essa protuberância no topo da cabeça. Huang foi considerado dono de imensos poderes e de família de vida muito longa.  
            O imperador Quin Shihuang visitava com frequência uma lendária ilha sagrada chamada Ilha dos Imortais. O imperador morreu ao tomar uma poção para se tornar imortal. Todavia, em 1974, arqueólogos da China descobriram que o seu corpo está enterrado em um complexo, cuja sepultura contém uma câmara subterrânea. O complexo foi construído pelos guerreiros de Terracota e fica no alto de uma colina. Acredita-se que o mausoleu levou 49 anos para ser construído e possui 2,2 quilômetros de extensão. O complexo é guardado pelas Estátuas de Terracota e por armadilhas mortais.
O Homo capensis possui a sua constituição física semelhante a do homem, embora ele possua o cérebro 25 a 30% maior, 60% mais pesado, o que provoca o alongamento do crânio.  Pela debilidade da raça, eles podem ser franzinos ou muito magros. Isso pode ser devido à renovação celular ser exclusiva da molécula de RNA e não DNA. E também porque 99% de sua raça vivem em planos subterrâneos de nosso planeta. Pela ausência da força da gravidade, os seus músculos e ossos se atrofiaram, perdendo massa óssea. Segundo a NASA, os astronautas perdem até um por cento da sua massa óssea por mês quando estão no espaço. A cor da sua pele também é mais cinzenta devido aos baixos níveis de oxigênio no sangue.Os corpos dos Homo capensis possuem níveis meta-atômicos, com códigos de organização baseados no carbono como veículo para a sua representação física. Eles podem manipular a sua própria ressonância módica ( teoria de Rupert Sheldrake, que se trata de ressonâncias módicas), pois eles possuem existência em campos energéticos que se organizam em todas as formas. Ou seja, o Homo capensis pode criar forma de si mesmo que se encaixa tanto no estado físico como no estado não físico. Assim, eles marcam presença de duas maneiras no Universo polarizado. Os Homo capensis possuem uma vida mais longa em relação ao homem (Homo sapiens). Eles consistem em uma espécie de Homos, que possuem um elevado Qi=15. Eles não são emocionais. São matemáticos e possuem maior inteligênicia do que o homem. Disfarçam com facilidade os seus crânios alongados usando chapéus. A existência dos Homo capensis foi confirmada arqueologicamente através das 300 caveiras de Paracas. Paracas é uma península desértica que se localiza na província de Pisco, na costa Sul do Peru. Em 1928, Julio Tello, um arqueólogo peruano, descobriu um cemitério de 300 indivíduos que possuíam os maiores crânios alongados do mundo. O Museu Histórico de Paracas enviou 3 amostras genéticas das múmias para exame (pele, dentes e fragmentos ósseos). O exame genético revelou que esses crânios são diferentes do crânio do homem. A datação acusou apenas 3000 anos de existência desses crânios. Essa datação é muito recente, pois indica uma vida concomitante com o homem. Segundo o teste genético, o DNA mitocondrial (derivado da mãe) apresentou resultados diferentes de qualquer homem ou primata conhecido. 
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