Obras

Autora dos livros:

* Anunnakis, os Deuses Astronautas - Editora Madras
* A Conspiração Anunnaki - Editora De Geneve
* Ouro de Ofir - Alquimia do Antigo Egito - Editora De Geneve
* Efeito Exillis - O Segredo das Sociedades Secretas
* Mito - Livro de Poesias
* Operação Rhesus - Em busca do Elo Perdido ( Recém lançado. Maio 17)
* 2162 - O Código Secreto de Hitler (novel - LANÇAMENTO EM JUNHO 17)

domingo, 17 de julho de 2011

A CRUZ SUÁSTICA E A CRUZ DOS SUMÉRIOS



De acordo com Carl Gustav Jung, o inconsciente se expressa primariamente através de símbolos. Por esse motivo, os símbolos são usados para controlar a psique dos homens, criando no inconsciente humano os arquétipos capazes de proporcionar inspirações e aspirações na humanidade. Essa idéia foi defendida por Jung na Teoria do Inconsciente Coletivo.
Os criadores da raça humana usaram os símbolos para a moldagem da mente dos homens. A mente humana possui duas camadas de psique. Uma delas é a individual, cuja formação se dá através de conteúdos mentais que foram reprimidos e adquiridos ao longo da vida do indivíduo. Outra camada compõe o Inconsciente Coletivo proposto por Jung, que é utilizada para a introdução de símbolos e arquétipos na história da humanidade. As religiões e as mitologias são formadas pelo sucesso na introdução desses símbolos e pela criação de personagens que conseguiram serem idolatrados através dos séculos. De acordo com a teoria do Inconsciente coletivo de Jung, as influências da consciência humana surgem a partir de estruturas pré-formadas por esses arquétipos (personagens).



A cruz foi o símbolo introduzido no Inconsciente Coletivo dos homens para criar os arquétipos. Analise: a cruz foi o símbolo que mais marcou a humanidade e que representou o entrelaçamento das culturas, crenças e filosofias. Ela consiste no batismo da mente na coletividade pensante e detém grande poder sobre as massas populacionais. É o símbolo da morte. Na política, filosofia, religião ou história esse sinal entra para a vida do homem como desfecho trágico. Consiste no sinal pelo qual parte da humanidade sente algum apelo emocional, seja em reverência a um salvador ou pela marca de um passado sangrento como foi o Holocausto.
Porém, sempre teve conotação messiânica, predizendo o retorno de um deus ou de um asteróide. Foi encontrado em vários sítios arqueológicos na Mesopotâmia, consistindo inicialmente em um símbolo Sumério.

Fig..Símbolo Sumério – Cruz no globo alado

A cruz suméria era circulada por um globo alado e representava a órbita de um planeta ainda desconhecido pela astronomia contemporânea. Esse planeta retorna para as proximidades da Terra a cada 3.600 anos e foi retratado pelos sumérios, assírios e babilônicos ao lado da Lua, do Sol e de uma estrela de seis pontas, que simbolizava Marte. Segundo Zacarias Sitchan, esse planeta é o local de onde vieram os criadores da espécie humana.


Mais tarde, a cruz no globo alado sumério foi simplificado por apenas um sinal da Cruz pelos reis cassitas da Babilônia, substituindo o disco alado em seus selos reais.

A Cruz suástica foi o símbolo que representou as idéias distorcidas que pulularam as mentes dos integrantes do Nazismo, gerando arquétipos –os arianos e o judeus. Segundo Madame Blavatsky, a ocultista que influenciou Hitler, a raça Ariana veio de um planeta chamado Aldebaran, na Constelação de Touro, a cerca de 65 mil anos-luz de distância e foram eles os criadores da espécie humana. A médium narrou em seu livro A Doutrina Secreta que, a Raça Raiz de Aldebaran continuaria evoluindo na Terra a cada ronda, com a criação de sete sub-raças. Seria a raça Ariana os deuses sumérios que deram início à raça humana? Que ligação há entre a Cruz Suástica e a cruz dos sumérios?



Adolf Hitler era tão obcecado pela raça pura, que os Nazistas possuíam uma máquina medidora de crânio, patenteada como Plastômetro, a fim de determinar a pureza racial. Um homem tão perfeccionista não escolheria a Suástica por acaso, desde que fundamentava suas condutas no esoterismo proposto por Madame Blavatsky. O Reich possuía habilidade para manipular as pessoas dentro de sua esfera de influência e para isso ele utilizava a Suástica entre outros símbolos. Além de possuir a manipulação ritualística para massas populacionais.



A difusão da Cruz Suástica nas culturas da Ásia, Índia, Europa, África, América do Norte e do Sul teve relação com as migrações ancestrais dos povos de Atlântida. A Suástica foi o símbolo de nacionalismo alemão e foi utilizada também em quase todas as culturas antigas e primitivas do mundo: celtas, hindus, germânicos, nas catacumbas cristãs, na Bretanha, Irlanda, na Ásia Central e em toda a América pré-colombiana.

Sem dúvida que é um símbolo forte e absoluto, com reconhecimento instantâneo principalmente se tratando dos horrores do Nazismo. O símbolo Nazista foi dedicado ao Deus do Sol, o emblema do Fogo Divino, a energia criadora do mundo e a chave para o ciclo da vida. O Sol Negro é um símbolo em forma de roda de sol com doze raios, contendo três suásticas inversas. A Suástica representa a condição cósmica de contínuo movimento; estabelecendo uma íntima ligação com o Sol. A família prussiana já utilizava a suástica em seu brasão de armas. Foi o símbolo nórdico denominado a Cruz do Sol.

Sabemos que Adolf Hitler retinha conhecimentos ocultistas profundos que até hoje não foram revelados. Ele era um ferrenho conhecedor de magia e conseguia deter grande poder sobre as massas. A escolha da Cruz Suástica pelo Reich foi sugerida por Adolf Joseph Lanz por ser um protótipo perfeito e simbólico da Raça Ariana. Porém, a posição da suástica foi invertida, representando o elemento Terra, Malchut na Cabala, que possui o valor 666, o número da Besta. Hitler ingressou na Sociedade Thule que tinha rituais de adoração que se assemelhavam aos rituais de adoração de Rá, Marduk, o deus do Sol, adorado pela Civilização Egípcia. A saudação feita pelos nazistas era idêntica à feita pelos antigos egípcios no culto a Marduk.
Seriam os deuses Sumérios a Raça Ariana procurada por Hitler? Adolf Hitler passou a vida procurando no subterrâneo da Terra os descendentes da Raça Ariana. Ele enviou várias expedições em montanhas do Himalaia, Antártida e também aos Pirineus. Será que os deuses criadores do homem não foram habitar cidades escondidas no subsolo ao invés de retornarem ao planeta de origem?

The Power of the Coming Estou convencido de que o povo, embora não originário de nossa raça humana, pelas raízes de sua língua, descendem dos mesmos ancestrais que a grande família Ariana. Da qual várias correntes fluíram para a civilização do mundo; e tendo, de acordo com seus mitos e história, passado por fases de sociedade familiar, se desenvolvido numa espécie separada com a qual é impossível que qualquer comunidade no mundo da superfície possa se unir. E que, se um dia emergirem destes recessos para a luz do dia, iriam, de acordo com suas persuasões tradicionais de seu destino destruir e substituir nossos tipos de homens. Race, Bulwer-Lytton.

Essa postagem foi extraída do meu próximo livro que será publicado daqui um mes ( à venda também nesse blog): DNA REPTILIANO(Codex Efeito Exillis) de minha autoria. Em breve, será também publicado no Amazon, na versão inglesa. Um abraço para todos. Annabel Sampaio

Nenhum comentário: